Toxoplasmose em ruminantes.

em

Alfonso Splendore foi o primeiro a detectar T. gondii. Em um estudo com
coelhos em São Paulo, o pesquisador de origem italiana observou uma patologia

com quadro semelhante ao kalazar humano. Ele descreveu as lesões e os
corpúsculos parasitários presentes, tanto as formas livres como intracelulares
(SPLENDORE, 1908). A descoberta de Splendore ocorreu em julho de 1908,
porém em outubro do mesmo ano, Nicolle e Manceaux relataram uma
descoberta semelhante em células de baço e do fígado de
Ctenodactylus gundi,
um roedor africano (NICOLLE e MANCEAUX, 1908).
Segundo OLIVEIRA (2002), um oftalmologista chamado Jankü fez a
primeira descrição de toxoplasmose congênita humana, em 1923. O paciente era
uma criança de 11 anos de idade com hidrocefalia e cegueira, que veio a falecer.
Ao corte histológico do globo ocular durante a necropsia, pôde-se observar a
presença de parasitas na retina. TORRES (1927) relatou toxoplasmose humana
pela primeira vez no Rio de Janeiro e descreveu microorganismos em cortes
histológicos do cérebro, miocárdio e músculos esqueléticos de um bebê que
faleceu aos 29 dias de vida. Ele reconheceu os organismos como sendo
semelhantes a
Toxoplasma gondii e espécies do gênero Encephalitozoon.
A primeira caracterização de toxoplasmose fatal em recém-nascidos foi
realizada por WOLF e COWEN (1937). Dois anos mais tarde WOLF et al. (1939
e 1940) conseguiram, pela primeira vez, infectar animais com cepas isoladas de
uma lesão do sistema nervoso central de um bebê falecido com um mês de vida.
A caracterização da doença em indivíduos adultos foi documentada por
PINKERTON e WEINMAN (1940) nos Estados Unidos (EUA).
Após a padronização de testes sorológicos, em especial o teste de SabinFeldman (SABIN e FELDMAN, 1948), pôde-se quantificar a prevalência da
infecção por
T. gondii em seres humanos e animais, confirmando sua ampla
distribuição na natureza (FELDMAN, 1982).
Todavia, o ciclo completo do parasita só foi desvendado em estudos
realizados por HUTCHISON (1965) e DUBEY et al. (1970), que descreveram a
transmissão do parasita pelas fezes de gatos e sua fase sexual no intestino
destes felídeos, culminando com a produção de oocistos.

Ciclo biológico
Dentre todas as espécies de parasitas, T. gondii destaca-se pela
complexidade do seu ciclo biológico (DUBEY, 1994). As formas infectivas se
diferenciam de acordo com cada uma das três fases de seu ciclo.
No intestino de seu hospedeiro definitivo, o felídeo, a forma infectiva
resultante é o oocisto. Este é liberado em sua forma não esporulada juntamente com
as fezes do felídeo infectado. No ambiente, este oocisto sofre uma alteração em sua
estrutura para tornar-se potencialmente infectivo. Esta transformação é catalisada
pela ação da temperatura, umidade e concentração de oxigênio ambientes ideais e é
chamada esporulação (DUBEY, 1994).
O oocisto é uma importante ferramenta de disseminação do parasita no meio
ambiente (da SILVA et al., 2003). Nesse local ele pode alcançar uma grande
variedade de hospedeiros intermediários, onde realiza mais uma etapa de seu
desenvolvimento biológico. Ao ser ingerido por qualquer animal de sangue quente,
seja através de alimentos ou água contaminados, o oocisto esporulado rompe-se no
intestino, liberando oito esporozoítas. Estes se dividem rapidamente nas células
intestinais e linfonodos associados e dão origem aos taquizoítas (DUBEY, 1994). Os
taquizoítas aproveitam-se da circulação sanguínea e linfática para atingirem os mais
variados tecidos do hospedeiro (DUBEY e BEATTIE, 1988). Entretanto, dependendo
da competência imunológica do indivíduo, o parasita migra para tecidos nervosos,
musculares e hepáticos, onde se encistam. É importante ressaltar que essa fase
extra-intestinal ocorre também nos felídeos (FREYRE et al., 1989), tornando-os,
conseqüentemente, hospedeiros intermediários (Figura 1).
As formas de proliferação rápida, os taquizoítas, responsáveis pela fase
aguda da doença, reduzem sua velocidade de multiplicação dentro dos cistos
teciduais. Por este motivo passam a se chamar bradizoítas. Um cisto pode abrigar
até centenas de bradizoítas e essa é a fase crônica ou latente da toxoplasmose
(DUBEY, 1994).
O carnivorismo é o principal responsável pela continuidade do ciclo biológico
a partir dos hospedeiros intermediários. O tecido contendo cistos teciduais, ao ser
ingerido, sofre a ação de enzimas proteolíticas do estômago e intestino. Estas
enzimas digerem a parede do cisto e permitem que até centenas de bradizoítas
infectem os enterócitos do hospedeiro. Nestas células, os bradizoítas transformamse novamente em taquizoítas e infectam os tecidos do hospedeiro (DUBEY, 1994)

 .ciclo inf

Figura 1. Ciclo biológico de Toxoplasma gondii (modificado de DUBEY, 1993).
Quando os felídeos ingerem cistos teciduais, o ciclo biológico se completa
(Figura 1). Os bradizoítas iniciam um ciclo enteroepitelial com uma fase assexuada e outra sexuada (DUBEY, 1998a). Os oocistos se formam durante a fase sexuada no
lúmen intestinal após a fertilização dos gametas femininos (macrogametas) pelos
masculinos (microgametas), de acordo com DUBEY (1994).
Outra forma de transmissão do
T. gondii é através da via transplacentária
(DUBEY, 1994), que acontece quando hospedeiros não imunes são infectados
durante a gestação. O parasita prolifera-se na placenta e atinge o feto, levando a
abortamentos ou lesões congênitas irreversíveis. A infecção pode ocorrer ainda por
transfusões sanguíneas e transplantes de órgãos, mas não possuem a mesma
importância que a ingestão de tecidos infectados (DUBEY, 1994; 1998a) e água
(BAHIA-OLIVEIRA et al., 2003) ou alimentos contaminados com oocistos (DUBEY,
1994).
 

Morfologia

O taquizoíta de T. gondii possui forma de meia-lua. Sua extremidade
posterior é arredondada e torna-se afilada em sua porção anterior. Suas dimensões
são, em média, 2 x 6
µm e seu núcleo é observado próximo à extremidade posterior
ou no centro da célula (DUBEY, 1977). Ainda segundo este autor, pela coloração de
GIEMSA, o núcleo torna-se avermelhado e expõe sua forma circular.
No organismo hospedeiro, os taquizoítas se multiplicam nas células do
indivíduo e formam os chamados pseudocistos, grupos, clones ou colônias terminais
(DUBEY, 1977; AMATO-NETO et al., 1982).
Os bradizoítas apresentam algumas singularidades que os discriminam
morfologicamente dos taquizoítas. A principal diferença é a localização de seu
núcleo. Este se situa, geralmente, na região posterior da célula parasitária (DUBEY,
1998a). Os cistos teciduais podem medir 5
µm e conter apenas quatro bradizoítas,
quando ainda são jovens. Mas podem alcançar, com o tempo, tamanhos de até 100
µm e conter centenas de bradizoítas (DUBEY, 1998a). Os cistos são geralmente
subesféricos, contudo podem tomar o contorno da célula hospedeira (AMATO-NETO
et al., 1982).
A terceira forma infectiva do
T. gondii, o oocisto, varia de tamanho e forma,
de acordo com seu desenvolvimento infectivo. O oocisto não esporulado mede cerca
de 10 x 12
µm, adquirindo uma aparência subesférica a esférica. Já o oocisto
esporulado mede 11 x 12,5
µm e sua forma varia de subesférica a elipsóide (DUBEY
et al., 1970; DUBEY, 1973, 1976)
 .

A toxoplasmose adquiriu grande importância com a descoberta de sua
influência negativa em indivíduos imunocomprometidos, principalmente portadores
do Vírus da Imunodeficiência Humana – HIV (KHAN et al., 2005). Inúmeras são as
pesquisas realizadas com o intuito de melhor conhecer os fatores agravantes desta
relação e encontrar métodos mais eficientes de diagnóstico precoce da encefalite
causada pelo parasitismo (COLOMBO et al., 2005).

Por ser uma doença que acomete animais (ZAKI, 1995) e seres humanos
(McALLISTER, 2005) e pelas graves seqüelas que podem advir da infecção humana
(FRICKER-HIDALGO et al., 2005), a toxoplasmose tem sido cada vez mais estudada
(BONFIOLI e OREFICE, 2005). Apesar de ser considerada uma infecção
oportunista, raramente apresentando manifestações patológicas graves em
indivíduos imunocompetentes (LUFT e REMINGTON, 1988), esta zoonose é
diagnosticada em todo o mundo (DIAS et al., 2005). Pacientes acometidos pela
infecção são vistos em consultórios e enfermarias de quase todas as especialidades
médicas (WULF et al., 2005).
As lesões causadas pela infecção adquirem maior gravidade em recémnascidos e caracterizam-se por encefalite, icterícia, urticária e hepatomegalia,
geralmente associados a coriorretinite, hidrocefalia e microcefalia, com altas taxas
de morbidade e mortalidade (DUBEY, 1986). Desta forma, a infecção congênita é
considerada um tópico de destaque em pesquisas realizadas com populações de
baixa renda (BAHIA-OLIVEIRA et al., 2003), onde a falta de informação e os hábitos
precários de higiene são dominantes.
De todas as complicações que podem advir da infecção por
T. gondii,
aquelas decorrentes da transmissão mãe-feto merecem especial atenção. Em
muitos casos a infecção pode se instaurar na mãe e permanecer silenciosa durante
todo o período gestacional, enquanto o protozoário é passado via placenta ao bebê.
CERMAKOVA et al. (2005) relataram toxoplasmose congênita em um bebê cuja mãe
experimentara a forma assintomática da doença. Os pesquisadores diagnosticaram
a patologia na mãe através da detecção de anticorpos anti-
T. gondii dos tipos IgM,
IgE e IgA em seu soro. Estas imunoglobulinas são, segundo os próprios autores, os
marcadores da infecção aguda. A detecção da toxoplasmose congênita no feto
ocorreu através do reconhecimento de DNA de
T. gondii em seu sangue, dos
marcadores de infecção aguda no soro, sinal de hidrocefalia e calcificação à ultrasonografia cerebral. O diagnóstico acurado e instituição de terapia em ambos, mãe e
feto, levaram à normalização progressiva dos testes laboratoriais.
Por outro lado, estudos recentes vêm considerando o impacto das novas
terapias imunossupressoras e esclarecem que a infecção adquirida na fase adulta
pode assumir aspectos graves (KHAN et al., 2005; FRICKER-HIDALGO et al., 2005).
Vários têm sido os relatos de toxoplasmose cerebral em indivíduos adultos
(COLOMBO et al., 2005), sem mencionar as complicações oftálmicas (PASHANINA

et al., 2005) e até de cunho psiquiátrico (BROWN et al., 2005). A doença é a causa
mais comum de infecção de retina em todo o mundo (HOLLAND, 2003). Uma
pesquisa avaliou o efeito dos tratamentos convencionais na toxoplasmose ocular
(STANFORD et al., 2003). Segundo os autores, nenhuma das tentativas de
tratamento em indivíduos imunocompetentes mostrou efeito benéfico. Ainda, em
pesquisa realizada por BOSCH-DRIESSEN et al. (2002), que avaliou indivíduos com
toxoplasmose ocular durante um longo período, foi possível observar que 24% dos
olhos afetados tornaram-se cegos.
A década de 1990 foi singular para o estudo da toxoplasmose clínica, mais
especificamente no caso da doença ativa em indivíduos imunocompetentes. Muitos
estudos apontaram a importância de se observar as alterações decorrentes da
infecção por
T. gondii em indivíduos que não apresentam qualquer distúrbio do
sistema imunológico (CARME et al., 2002; BAHIA-OLIVEIRA et al., 2003). Os
principais sinais incluem linfadenopatia, febre, fraqueza e debilidade, oftalmite e
infecções multissistêmicas severas (DURLACH et al., 2003). Ainda, há estudos que
realizaram avaliações mais complexas, passando a associar a toxoplasmose com
desvios de comportamento e personalidade (LEWEKE et al., 2004; YOLKEN et al.,
2001; BROWN et al., 2005). Trabalhos recentes com roedores trouxeram evidências
de alteração de comportamento em animais acometidos com a parasitose (BERDOY
et al., 1995 e 2000), cooptando com o reconhecimento de situações similares em
seres humanos. Condições mentais como esquizofrenia, mudança de personalidade
e inteligência reduzida estão cada vez mais sendo associados à infecção por
T.
gondii
(FLEGR et al., 2003). Motivados pelo grande entusiasmo gerado pelas
associações citadas, muitos pesquisadores têm postulado várias teorias. Um
exemplo é o estudo realizado por NOVOTNA et al. (2005) em que são apresentadas
provas de que a alteração nas características de personalidade podem ser resultado
de infecções cerebrais em geral, e não em conseqüência de uma atividade
manipuladora específica do
T. gondii.
Dentre outras afecções clínicas às quais a toxoplasmose que vem sendo
associada no decorrer dos anos, a urticária merece ser mencionada. MIRALLES
LOPEZ et al. (2005), por exemplo, citam um caso em que o paciente, do sexo
masculino, desenvolveu urticária fria associada à toxoplasmose. A patologia foi
detectada através de sorologia e os efeitos da associação puderam ser observados
no local da pele onde houve contato com cubos de gelo.

Por essas e outras razões, a toxoplasmose vem suscitando o interesse de
muitos pesquisadores, no intuito de se detectar as principais fontes de infecção
(DIAS et al., 2005). Por ser uma zoonose, é clara a importância dos animais de
produção em sua disseminação na população humana (HOGHOOGHI-RAD e
AFRAA, 1993). Altas prevalências de anticorpos anti-
T. gondii têm sido reveladas em
estudos realizados em todo o planeta, seja em animais (KLUN et al., 2006) ou em
seres humanos (HOGHOOGHI-RAD e AFRAA, 1993), levantando hipóteses diretas
a respeito do consumo de carne infectada pelo parasita (Figuras 1 e 2). Provas mais
contundentes de que animais de produção são fontes importantes de infecção por
T.
gondii
ao homem vêm sendo apresentadas através de isolamentos do parasita em
produtos de origem animal (DIAS et al., 2005).
Com os avanços alcançados através do advento da biologia molecular,
novas técnicas de diagnóstico têm se destacado. Uma delas é a Reação em Cadeia
da Polimerase (PCR), capaz de detectar a presença de um microorganismo a partir
de pequenas amostras de seu DNA. KHAN et al. (2005) detectaram a presença de
T. gondii em líquido cérebro-espinhal de 8 em 10 pacientes HIV-positivos através de
PCR.
Estudos recentes têm avaliado o poder sinérgico de diferentes técnicas de
diagnóstico da toxoplasmose. COLOMBO et al. (2005) sugerem que o uso associado
de técnicas sorológicas e PCR no diagnóstico da toxoplasmose cerebral pode ser
uma boa estratégia, substituindo abordagens mais invasivas.
Vários trabalhos ressaltam a eficiência dos testes moleculares na
caracterização genética dos isolados de
T. gondii. GALLEGO et al. (2005) realizaram
análise genética de amostras humanas (sangue, fluido cérebro-espinhal e amniótico)
e animais (vários órgãos) na Colômbia. Das 33 amostras positivas caracterizadas
como possuidoras do gene SAG2 de
T. gondii, 31 eram do tipo I (93,9%), uma do
tipo II e uma mostrou-se atípica. Os resultados cooptam com a predominância da
linhagem tipo I em seres humanos e animais na América do Sul, segundo os
autores.
A evolução dos níveis analíticos acarretada pelo maior refinamento das
técnicas moleculares tem permitido aprofundamentos mais complexos nos estudos
das linhagens de
T. gondii. Estas pesquisas trazem novos questionamentos e
levantam novas hipóteses a serem comprovadas. Um bom exemplo é a pesquisa

realizada por KHAN et al. (2005), onde detectou-se uma linhagem de
T. gondii
distinta das linhagens clones arquétipos, através de PCR.
Os estudos soroepidemiológicos têm fornecido informações preciosas a
respeito do comportamento da doença em todo o mundo. Um recente estudo
avaliou a ocorrência de anticorpos anti-
T. gondii em seres humanos no Norte da
Grécia durante os últimos 20 anos (DIZA et al., 2005). Através dos testes Ensaio de
Imunofluorescência (IFA) e Ensaio Imunoenzimático de Micropartículas (MEIA), os
autores puderam verificar um declínio significativo na prevalência. Ao discutirem os
dados e verificarem que a população idosa aumentou no citado período, os
pesquisadores explicam que esse declínio na prevalência de anticorpos anti-
T.
gondii
resulta de uma melhoria na situação sócio-econômica. Todavia, um outro
dado merece atenção. Segundo esta pesquisa, existe um grande número de
mulheres em idade de reprodução e susceptíveis à infecção por
T. gondii, o que
pode representar um potencial risco à Saúde Pública. Ponderam ainda que a
educação da população e a tomada de medidas profiláticas podem ser importantes.
Outros estudos salientam a importância dos testes sorológicos para o
diagnóstico da toxoplasmose (PRESS et al., 2005), bem como do avanço das
metodologias, em especial os imunoenzimáticos, no reconhecimento de reinfecções
(DZITKO et al., 2006). Entretanto, é intensa a busca por métodos mais simples de se
diagnosticar a parasitose. Sob esta ótica, SINGH et al. (2005) investigaram a
presença de anticorpos anti-
T. gondii na saliva de 125 indivíduos, sendo 100 deles
portadores do Vírus da Imunodeficiência Adquirida Humana (HIV). Utilizando a
técnica de ELISA, diagnosticaram-se 20% dos indivíduos como positivos para a
presença de imunoglobulinas G (IgG) e 25% para imunoglobulinas M (IgM). Os
autores afirmaram que amostras de saliva são substitutos viáveis ao soro no
diagnóstico da toxoplasmose. Adicionalmente, STROEHLE et al. (2005) salientam a
análise salivar como um método não invasivo para detecção de anticorpos anti-
T.
gondii
. Em sua pesquisa, os autores analisaram soro e saliva de 201 voluntários
saudáveis através do teste Immunoblotting para detecção de IgG. Pela análise
sorológica, através do Teste de Avidez (VIDAS), “Enzyme-Linked Immunosorbent
Assay” (ELISA) e “Immunoblotting”, o resultado foi 29,4% (59/201) de positividade.
Dos positivos, 98,3% (58/59) apresentaram positividade também pela análise salivar.

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